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Petrobras premia duas patentes desenvolvidas por pesquisadores da UFV

Sete pesquisadores da UFV foram premiados pela Petrobras em evento realizado no dia 11 dezembro, na sede do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), no Rio de Janeiro. O Prêmio Inventor destaca aqueles que contribuíram com depósito de patentes no ano anterior. Na edição de 2019, concorreram mais de cem pesquisadores.

A equipe premiada é liderada pelo professor Marcio Arêdes Martins e tem a participação dos servidores técnico-administrativos Maurício de Oliveira Leite e Dilson Novais Rocha, da pós-doutoranda Emanuele Graciosa Pereira e do doutorando Gerson Ovídio Luz Pedruzi, todos do Departamento de Engenharia Agrícola (DEA). Também receberam o prêmio o professor Adriano Nunes Nesi, do Departamento de Biologia Vegetal, e o mestrando Bruno Bezerra Vieira, do Departamento de Engenharia Química. Foram ainda premiados os pesquisadores do Cenpes/Petrobras Leonardo Brantes Bacellar Mendes e Rafael Richard João, que gerenciaram os projetos da UFV. As patentes foram depositadas como parte dos resultados de projetos de pesquisas desenvolvidos no Laboratório de Biocombustíveis do DEA.

Sistema de agitação 

A primeira patente premiada foi resultado de pesquisas coordenadas pelo professor Arêdes e realizadas em parceria com a Petrobras. O grupo criou um sistema de agitação para cultivo de microalgas em tanques abertos que funciona de forma automática e é movido a energia solar, podendo operar em áreas remotas e distantes de pontos de fornecimento de energia elétrica. Segundo o coordenador, as fazendas de microalgas apresentam uma excelente produtividade de biomassa, destinada à produção de alimentos e combustíveis. Os cultivos são efetuados em lagoas ou em tanques rasos e a colheita realizada ao final de 20 dias ou menos. Para distribuir os nutrientes para as células de microalgas e evitar que se depositem no fundo do tanque, é preciso agitar a água. Essa agitação pode consumir grandes quantidade de energia, inviabilizando economicamente o cultivo.

O invento desenvolvido pelo grupo da UFV elaborou uma forma de agitação que dissipa pouca energia reduzindo o consumo a tal ponto que o sistema pode ser suprido por pequeno painel solar fotovoltaico. A tecnologia foi testada por quatro anos na fazenda experimental, localizada na área de energia do Departamento de Engenharia Agrícola, e é foi fruto das dissertações de mestrado dos estudantes do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Emanuele Graciosa Pereira e Gerson Ovídio Luz Pedruzi.

Ruptura de células

Na segunda invenção premiada, o grupo também coordenado pelo professor Arêdes, criou um dispositivo inovador para romper células de linhagens de microalgas cultivadas para a produção de biocombustíveis e alimentos com reduzido consumo de energia. Segundo os pesquisadores, havia grande demanda para o desenvolvimento de tecnologias para as etapas de pós-colheita e processamento de biomassa produzida em fazendas de microalgas.

O dispositivo criado utiliza pressões de trabalho dez vezes menores que aquelas utilizadas em equipamentos comerciais similares, reduzindo o consumo e o custo de produção. A pesquisa foi iniciada durante o trabalho de iniciação científica do então estudante de graduação em Engenharia Química, Bruno Bezerra Vieira, realizada no Laboratório de Biocombustíveis e aprimorada com o financiamento da Petrobras.

Fonte: UFV

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