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Projeto da UEPA oferta atendimento para pacientes com sequelas de Covid-19

As inscrições serão abertas a partir da próxima segunda-feira (19).

Pacientes que já concluíram o ciclo de manifestação do novo coronavírus e apresentam lesões e sequelas da doença podem se cadastrar gratuitamente no projeto “Acompanhamento clínico de pacientes recuperados de Covid-19”, da Universidade do Estado do Pará (Uepa). As inscrições serão abertas a partir da próxima segunda-feira (19).

O cadastro pode ser feito até dia 23 de outubro, por do whatsapp (91) 98118-2421. Os pacientes são chamados de forma gradual para iniciar o acompanhamento. Para mais informações, as pessoas podem também entrar em contato pelo Instagram @programaposcovid.

Segundo o professor Fábio Falcão, fisioterapeuta e coordenador do Programa pós Covid-19, falta de ar, cansaço, dores articulares e musculares, alterações neurológicas, perda de cabelo e de paladar e olfato são as mais comuns consequências apresentadas após o fim do ciclo da doença.

Com o objetivo de avaliar os diversos impactos da doença no organismo dos pacientes, bem como acompanhar e reabilitar pessoas que ficaram apresentaram alguma dificuldade, desde o mês de julho, a Uepa montou uma equipe multidisciplinar que realiza atendimentos à comunidade, produz dados científicos para conhecer melhor a doença, além de acrescentar na formação dos novos profissionais.

O atendimento é destinado aos recuperados, maiores de 18 anos, que confirmaram a doença por meio de algum dos tipos de teste e apresentam sequelas. Além da avaliação médica, o paciente poderá realizar exames de espirometria e tomografia computadorizada de tórax, avaliação fisioterapêutica e reabilitação pulmonar, dentre outros atendimentos, dependendo de cada necessidade.

O professor Fábio Falcão destaca que a pandemia ratificou o papel essencial do fisioterapeuta no tratamento e na reabilitação de pacientes com doenças infecciosas para evitar complicações pulmonares e musculares. “Na fase pós Covid, o fisioterapeuta utiliza de exercícios, técnicas e instrumentos terapêuticos para melhorar a oxigenação do paciente, volumes pulmonares, além de fortalecer a musculatura respiratória. O pulmão é um dos órgãos mais comprometidos pela doença”, ressalta.

Foto: Ascom/UEPA

Fonte: G1

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